

O periquito, também conhecido como periquito-australiano ou budgie, é uma das aves mais populares entre os pets domésticos. Colorido, carismático e sociável, ele é ideal para quem quer uma companhia de penas animada e de fácil convivência.
Porém, apesar do tamanho pequeno, o periquito exige cuidados específicos, tanto em alimentação quanto em ambiente e saúde. Neste artigo, você vai entender como oferecer bem-estar ao seu periquito, quais doenças mais afetam essa espécie e quando procurar um veterinário experiente em aves.
Originário da Austrália, o periquito é uma ave da família Psittacidae, mesma dos papagaios e araras. Mede em média 18 cm e pode viver de 8 a 12 anos com boa alimentação e manejo adequado — podendo ultrapassar esse tempo com acompanhamento veterinário.
É uma ave que vive muito bem em bandos ou em duplas e, quando criada com carinho, pode interagir com humanos, aprender a imitar sons e até assobiar.
Esses são sinais de alerta!
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Podem aprender palavras e assobios:
Com treinamento desde filhotes, alguns periquitos conseguem repetir sons, músicas e até palavras simples.
Têm memória excelente:
Eles reconhecem vozes, rostos e rotinas do ambiente. Mudanças repentinas podem gerar estresse.
São naturalmente curiosos:
Adoram brinquedos, sinos, espelhos e atividades que desafiem sua inteligência.
Apesar de serem considerados aves “resistentes”, os periquitos podem adoecer facilmente — e muitas vezes escondem os sintomas. Entre os problemas mais frequentes, estão:
Problemas respiratórios: causados por fungos, bactérias ou exposição a correntes de ar.
Enterites e diarreias: provocadas por má alimentação ou água contaminada.
Deficiências nutricionais: frequentes em aves que se alimentam apenas de sementes.
Crescimento anormal do bico ou unhas: sinal de má alimentação ou problemas hepáticos.
Autopicotamento: arrancar as próprias penas por estresse, solidão ou doenças de pele.
Alimentação balanceada: ofereça ração extrusada específica para periquitos, complementada com folhas verdes e frutas seguras.
Água fresca todos os dias: trocada pelo menos duas vezes ao dia, especialmente em dias quentes.
Ambiente limpo e ventilado: a gaiola deve ser espaçosa, com poleiros, brinquedos e sem correntes de ar.
Enriquecimento ambiental: sinos, cordas, balanços e espelhos ajudam a evitar o tédio.
Convivência: se possível, tenha mais de um periquito ou interaja diariamente.
Check-ups com veterinário experiente: pelo menos uma vez ao ano, mesmo que a ave pareça saudável.
Mesmo sendo aves pequenas e acessíveis, os periquitos têm necessidades específicas de saúde e bem-estar.
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