

A maritaca, também conhecida como periquitão, é uma ave nativa do Brasil e bastante comum em áreas urbanas e rurais. Muito confundida com o papagaio devido à aparência semelhante, ela possui características únicas que a tornam especial: é barulhenta, curiosa, afetuosa e extremamente inteligente.
Mas, ao contrário do que muitos pensam, a maritaca precisa de atenção veterinária constante, alimentação balanceada e estímulos diários para viver com qualidade de vida. Se você tem uma maritaca ou deseja ter, continue a leitura e conheça os cuidados essenciais, curiosidades e sinais de alerta sobre a saúde dessa ave incrível.
A maritaca pertence à família Psittacidae, a mesma dos papagaios, araras e periquitos. Sua plumagem é predominantemente verde, com detalhes em tons de vermelho ou amarelo, dependendo da espécie. Ela mede entre 25 e 35 cm e vive, em média, de 20 a 30 anos em cativeiro com os cuidados adequados.
É uma ave muito ativa e precisa de espaço e interação constante para evitar o estresse e o desenvolvimento de doenças comportamentais.
Isso pode ser sinal de problema de saúde!
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Barulhenta por natureza:
A vocalização da maritaca é alta e intensa, pois ela usa o som para se comunicar com o grupo e com o ambiente. Gritar faz parte do seu comportamento natural.
Adora viver em grupo:
Na natureza, as maritacas vivem em bandos e sentem muita falta de companhia. Uma maritaca sozinha precisa de atenção redobrada do tutor para não sofrer com o isolamento.
É territorialista:
Apesar de social, ela pode se tornar agressiva com estranhos ou outras aves se não for bem socializada desde cedo.
Assim como outras aves, a maritaca pode esconder sinais de doenças até que o quadro esteja avançado. Por isso, é importante estar atento aos sintomas e manter um acompanhamento com veterinário experiente.
Problemas respiratórios: muito comuns quando expostas a correntes de ar ou ambientes abafados.
Autopicotamento: quando a ave arranca as próprias penas por estresse, tédio ou solidão.
Clamidiose: infecção bacteriana grave que pode ser transmitida aos humanos.
Deficiências nutricionais: comuns quando a dieta é baseada apenas em sementes.
Infecções digestivas: causadas por alimentos estragados, água contaminada ou má higiene da gaiola.
Alimentação equilibrada: baseie a dieta em ração extrusada específica para psitacídeos, além de frutas frescas, legumes e folhas. Evite sementes em excesso.
Gaiola espaçosa e segura: a maritaca precisa de liberdade para abrir as asas, brincar e explorar.
Interação diária: converse, brinque e estimule sua ave todos os dias.
Higiene e ventilação: mantenha o ambiente limpo e evite acúmulo de fezes e restos de alimentos.
Luz natural ou UVB: fundamental para a síntese de vitamina D e absorção de cálcio.
Consultas regulares com veterinário de aves: prevenção é sempre o melhor caminho.
Mesmo sendo resistente, a maritaca é sensível a mudanças de ambiente, má alimentação e solidão.
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